A Psicologia do Dinheiro – Aprenda as maiores lições

A Psicologia do Dinheiro é um livro de Morgan Housel, sócio do The Collaborative Fund.

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Mais de 4 milhões de exemplares deste livro foram vendidos e, além desta obra, o autor escreveu outros livros, como o best-seller do New York Times, Same As Ever: A Guide to What Never Changes.

Housel foi vencedor do prêmio Sidney do New York Times e recebeu duas vezes o prêmio Best in Business da Society of American Business Editors and Writers.

Além disso, foi nomeado pela MarketWatch como uma das 50 pessoas mais influentes nos mercados.

Sem dúvida, este é um homem que possui diversos ensinamentos financeiros interessantes, algo que abordaremos neste conteúdo, tendo como base o livro "A Psicologia do Dinheiro".

Controle é a melhor coisa que o dinheiro pode comprar.

“Ter controle sobre o seu próprio tempo é o maior dividendo que o dinheiro pode pagar.”

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Segundo Housel, o controle está relacionado à liberdade.

É a capacidade de fazer o que você quer, quando você quer e com quem você quer.

Tudo isso também está relacionado às emoções, porque não basta ser inteligente o suficiente para ganhar muito dinheiro se você não souber controlar suas emoções.

Portanto, sem a Psicologia do Dinheiro e inteligência emocional em finanças, É impossível ter sucesso financeiro.

Essa inteligência permite que você tome decisões financeiras mais conscientes.

Dessa forma, suas decisões serão baseadas em análises racionais, e não apenas em impulsos emocionais.

Para dar um exemplo simples, uma pessoa com inteligência emocional jamais comprará um produto por se sentir muito triste.

Essa pessoa tentará entender a razão desse sentimento e procurará resolvê-lo de outra forma que não envolva o uso de recursos financeiros.

Portanto, esse tipo de consciência evita gastos excessivos, dívidas desnecessárias e permite que você planeje o futuro.

Outro aspecto interessante do desenvolvimento da inteligência emocional nas finanças é que você aprende a lidar com os altos e baixos do mercado financeiro.

Consequentemente, aqueles que conhecem a psicologia do dinheiro evitam ações precipitadas em momentos de crise.

Em outras ocasiões, eles aprendem a aproveitar as oportunidades de crescimento.

Isso nos torna mais resilientes diante dos desafios econômicos e contribui para alcançarmos maior estabilidade financeira.

A última vantagem da inteligência emocional nas finanças.

Isso também tem um impacto positivo em seus relacionamentos.

Ao aprender a compreender e lidar com as suas emoções, você também se torna capaz de compreender as emoções dos outros.

E isso se torna essencial na vida profissional em geral e em momentos de negociação.

Aqueles que possuem inteligência emocional em finanças e conhecem a Psicologia do Dinheiro também são empáticos e compreendem o ponto de vista da outra pessoa.

Como resultado, começam a procurar soluções que atendam às necessidades de ambas as partes, o que fortalece o relacionamento e abre caminho para parcerias vantajosas e duradouras.

Temos conteúdo que aborda especificamente a inteligência emocional nas finanças, onde você pode aprender como desenvolver essa qualidade.

O autor afirma que:

“A maior riqueza é a possibilidade de acordar todos os dias e dizer: hoje posso fazer o que quiser”.

Ao assumir o controle de sua vida financeira e de suas emoções, você começa a ter uma vida mais prazerosa, pois passa a ser capaz de determinar como utiliza seu tempo.

Isso sim é liberdade de verdade.

Conselho do livro "A Psicologia do Dinheiro" – Seja cauteloso ao ouvir conselhos de investimento e diversifique seus investimentos.

O autor também destaca que o melhor momento para investir é agora.

No livro, é dado um exemplo do investidor Warren Buffett:

Se ele tivesse começado a investir 15 anos depois, não teria nem metade da fortuna que possui hoje.

Mas muitas pessoas que ouvem que devem começar a investir imediatamente cometem um grande erro:

Eles dão ouvidos a maus conselhos.

Isso não significa que o conselho seja ruim, mas sim que ele não se aplica a você.

Cada pessoa tem uma experiência, formação, criação e educação diferentes.

Consequentemente, cada pessoa investe de forma diferente.

Por exemplo, imagine que uma pessoa conservadora decida aceitar o conselho de um investidor agressivo.

A probabilidade de perder dinheiro e sofrer frustrações é enorme.

Portanto, aprenda com a Psicologia do Dinheiro que não adianta ouvir conselhos financeiros de alguém que tenha um perfil diferente do seu.

Quanto à ideia de diversificação, Você provavelmente já ouviu a história das cestas:

Não vale a pena colocar todos os ovos na mesma cesta.

Isso não é novidade para ninguém, mas muitas vezes deixamos de considerar o básico.

“Uma coisa que aprendi com investidores e empreendedores é que ninguém toma boas decisões o tempo todo”.

Essa citação do autor indica que existem possibilidades de você cometer erros com seus investimentos.

E para reduzir a possibilidade de perder dinheiro, diversifique.

Benefícios da diversificação 

Antes de mais nada, saiba que essa estratégia de Psicologia do Dinheiro ajuda você a alcançar seus objetivos e metas.

Alocar todos os seus recursos de investimento em um único ativo ou empresa pode não ser suficiente para atingir seus objetivos.

A diversificação de portfólio permite que você encontre a combinação ideal de ativos em diferentes setores para atingir seus objetivos com mais eficácia.

Além disso, a diversificação reduz o impacto das flutuações de mercado.

A estratégia permite até mesmo lucrar com a volatilidade do mercado.

Isso também lhe proporciona maior tranquilidade.

Se você não investir seu dinheiro em diversas classes de ativos, você terá muita ansiedade.

Isso porque, se uma única flutuação do mercado fizer com que seu investimento perca valor, você pode ficar desesperado.

Por fim, saiba que a diversificação na psicologia financeira permite que você tenha mais oportunidades e aumente seu potencial de ganhos.

Por meio dessa estratégia, você pode alocar parte do seu capital a investimentos de menor risco e ainda explorar com segurança o potencial de ativos de maior risco.

Peter Lynch diz o seguinte:

“Se você for excelente neste ramo (investimentos), acertará seis vezes em dez”.

Isso significa que, na verdade, você precisa diversificar seus investimentos para ter sucesso.

Lynch é um dos investidores mais bem-sucedidos de todos os tempos. Grande parte disso se deve ao seu período como gestor do Fidelity Magellan Fund, onde, sob sua liderança, o fundo de investimento se tornou um dos pioneiros mundiais no segmento.

Você se lembra de Warren Buffett?

Estima-se que este investidor possua um patrimônio líquido de US$ 1.041.750 bilhões (agosto de 2023).

Para que você tenha uma ideia da importância da diversificação, Buffett investiu em mais de 400 empresas e sua fortuna foi resultado de investimentos em apenas 10 delas.

Psicologia do Dinheiro – A melhor decisão financeira nem sempre é aquela que a planilha indica.

“Você não é uma planilha. Você tem suas emoções e dúvidas. Não tente ser friamente racional.

Para que você entenda esta frase, responda à seguinte pergunta:

Pagar uma hipoteca ou pagar aluguel?

Você já deve ter ouvido falar que, financeiramente, é mais vantajoso morar de aluguel.

No entanto, algumas pessoas se sentem mais confortáveis morando em sua própria casa.

Eles têm maior tranquilidade e saúde mental se quitarem a hipoteca.

Outros preferem alugar porque têm a liberdade de se mudar para outro país ou cidade.

Portanto, com essa frase, o autor indica que, ao tomar decisões financeiras, é preciso levar em consideração o lado pessoal.

Housel afirma em A Psicologia do Dinheiro que "o razoável supera o racional".

Nesse sentido, ele demonstra que, ao investir, não se deve esquecer que você é uma pessoa.

Como resultado, surge uma dica essencial:

Não escolha a estratégia que seja melhor em termos matemáticos, escolha a estratégia que traga o melhor retorno sem lhe tirar o sono.

Isso te abre a possibilidade de pensar nos outros ao seu redor.

Talvez você decida quitar a hipoteca porque seu emprego não exigirá que você se mude de cidade no futuro, mas você pensou na sua família?

Se houver a possibilidade de que, daqui a cinco anos, seu parceiro receba uma proposta de emprego irrecusável no exterior, o que você fará?

Cuidado com o jogo de "status".

Em seu livro A Psicologia do Dinheiro, Housel também aponta um grande perigo:

Economizar pouco ou quase nada para manter um padrão de vida apenas para manter as aparências.

Por isso ele alerta contra pessoas que trabalham apenas para ostentar sua riqueza:

“Você pode economizar mais dinheiro se gastar menos. E você pode gastar menos se quiser menos. E você vai querer menos quando parar de se importar com o que os outros pensam de você.”.

Ele também diz que a fortuna é aquilo que não se vê.

Este é um conceito difícil para nós entendermos porque temos a ideia errada de que quem demonstra mais riqueza é o mais rico.

Mas isso não é verdade.

Para esclarecer ainda mais as coisas, Housel fala sobre ser rico e ser abastado na obra "A Psicologia do Dinheiro".

Uma pessoa rica é aquela que possui diversos ativos financeiros que ainda não foram convertidos em bens materiais.

Neste caso, há pessoas que aparentam ser modestas, mas que possuem grandes fortunas.

Ao mesmo tempo, existem indivíduos que ostentam riqueza e estão endividados.

É essencial, portanto, que você aprenda a se contentar com o que é suficiente.

A ganância e a ideia de mostrar uma realidade diferente da sua podem fazer com que você perca tudo o que conquistou até agora.

Warren Buffett diz:

“"Arriscar algo que é importante para você em troca de algo que não é importante não faz o menor sentido. É pura estupidez."”

É por isso que Housel afirma que uma pequena dose de medo faz bem para você como investidor.

Psicologia do Dinheiro – Reveja seu plano, porque você vai mudar!

As pessoas são péssimas em prever o próprio futuro porque não se preocupam com ele.

Se você parar para pensar, vai perceber que mudou.

Você não é a mesma pessoa que era há 10 anos. 

Mas, ao fazer seus planos financeiros, com que frequência você considera o quanto sua situação financeira mudará daqui a 10 anos?

De acordo com uma pesquisa publicada por ngpf.org, Cerca de 291 mil graduados afirmam que atualmente trabalham em uma área diferente.

Além disso, 161 pessoas com menos de 54 anos afirmam estar desempregadas.

A idade é importante na segunda estatística porque indica que essas pessoas provavelmente ainda não se aposentaram.

Agora pense no futuro sob a perspectiva da Psicologia do Dinheiro:

Dessas pessoas, quantas você acha que fizeram planos há 10 anos com seus salários que não conseguem realizar hoje?

Certamente, a maioria deles fez planos que não se concretizaram, então você pode pensar:

Então não adianta fazer planos?

Pelo contrário, você deve fazer planos, mas também precisa revisá-los anualmente.

Reserve um momento a cada ano para revisar cada plano individualmente.

Dessa forma, limite aquelas que já não fazem sentido, inclua novas ideias e redefina as prioridades dos planos que permanecem.

Em outras palavras, veja primeiro o que precisa ser feito.

Além disso, uma dica fundamental do livro "Psicologia do Dinheiro" é que você não deve passar horas elaborando planos e depois escondê-los em uma gaveta.

Torne seu plano visível para que, a cada 365 dias do ano, você possa ver e lembrar por que se levanta da cama todos os dias.

Analise o pior cenário possível.

Além de não considerarmos o quanto mudaremos em 10 anos, também temos o mau hábito de nunca considerarmos o pior cenário possível.

Dessa forma, você passa horas e horas do seu dia pensando em como sua vida será perfeita quando conseguir um novo emprego.

Você pensa na casa dos seus sonhos que terá daqui a alguns anos, assim como no carro que sempre quis.

Mas, se tudo der errado, qual será a sua situação?

O autor afirma em A Psicologia do Dinheiro:

“Tão importante quanto ter um plano é ter um plano para quando o plano não sai como o esperado”.

Você não é o único que muda com o tempo. Os espécimes também mudam.

Nesse sentido, para cada decisão importante que você tiver que tomar, considere o pior cenário possível.

Por exemplo, se você pretende se tornar um empreendedor em 2024, pense nisso:

Vale a pena deixar um emprego que você gosta, com pessoas que você admira e com um bom salário, para seguir seu sonho de empreender?

Se o projeto der errado, quanto dinheiro você perderá?

Em um cenário desfavorável, quanto tempo levaria para você conseguir um emprego na sua área novamente e com o mesmo salário?

Você tem dinheiro suficiente para se sustentar durante o período de desemprego e depois de perder o que investiu na ideia de empreendedorismo?

Ao mesmo tempo, ao trabalhar com a Psicologia do Dinheiro, você deve analisar o cenário difícil que enfrentaria se permanecesse em seu emprego atual.

Se você permanecer estagnado na sua carreira e a inflação do país aumentar, conseguirá manter o mesmo padrão de vida?

O autor afirma que é essencial considerar o pior cenário possível para que se possa tomar uma decisão inteligente.

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